domingo, 11 de dezembro de 2011

Vejo, sinto: tento.

I
Vejo tanto do mundo
Vejo tanto do outro
Vejo tanto da vida
E a vida passa por mim.

Sinto tanto por tudo
Sinto tanto, por nada
Sinto o vento da estrada
E quem nunca mais voltou.
II
Toco tanto as cordas, o violão
Toco aquela canção
Toco tanto do tanto de tudo
E perco, perco o lugar seguro.

Quero rever o tempo
Quero renascer das cinzas
Quero sonhos e ilusões
De uma alma que não se cansa.
Não se cansa de tentar.

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